Mais que mil palavras

O Retorno

Estamos de volta à produtividade. Fiquem de olho e dedos prontos para ler e participar do blog mais azedo da Web. [Limão Analógico]

Reflexão acadêmica

Em breve estaremos tentando por em prática uma ideia bacana e simples, sem formalidades ou normas, a regra será refletir ciência em alcance social. Aguardem... [Limão Analógico]

Nossa Equipe

Por enquanto a equipe do Limão voltou a ser apenas o doido que o criou. Mas assim não havia pretensão de mais vozes neste espaço, podemos trazer novos limões novamente e fazer uma limonada. [Limão Analógico]

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Cotas Raciais... finalmente a favor !



Eitá saudade de azedar o mundo.
Por pouco não fazem 2 anos exatos que não escrevo aqui no Limão.
Mas estou de volta, sozinho como no início dos tempos, mas quem sabe se no futuro esse limão não se torne novamente uma limonada, né ?

Mas chega de delongas, vamos ao que interessa:












Até alguns dias atrás eu havia escrito um texto contra as cotas raciais. Mas na verdade eu estava num processo de tentar desconstruir meus argumentos e tentar enxergar o avanço social que tantos amig@s meus  estavam vendo na medida.

Meus argumentos se baseavam na impossibilidade atual da universidade pública atender a todos e na importância de garantir o critério de seleção dos que nela eram admitidos, sob uma ótica unicamente educacional, no sentido de ser um critério justo para que a universidade alcance o papel científico que a ela cabe ( desenvolvimento do conhecimento científico ). Analisando apenas isso, não se justificaria adicionar à cota Social uma subdivisão de cota racial, visto que a Cota Social se sustenta na falha do Estado como provedor de um ensino de qualidade, que deveria levar ao Vestibular alunos com tanta bagagem quanto os de ensino particular. Infelizmente não sendo essa realidade as Cotas Sociais cabem sem muita polêmica nas Universidades (apesar de deixar de favorecer muita gente que deveria pela forma como se estabelece quem é de baixa renda no texto da lei e tratar escolas públicas diferenciadas como as militares na mesma perspectivas das escolas "comuns").

Eu deixei de ser contra a Cota Racial quando eu parei para pensar se a missão da Universidade é apenas a científica.

A universidade serve não só ao desenvolvimento dos campos de produção da sociedade, serve também ao desenvolvimento do indivíduo como cidadão

Art. 205 - A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Constituição Federal 
Sendo assim, defender a Cota Racial é defender que é sim um sacrifício válido diminuir a visão de uma Universidade de valor apenas intelectual e deixar ainda mais evidente a Universidade como caldeirão de culturas e raças da nação em que se cozinha o futuro não só do conhecimento mas também das relações sociais.

Deve-se sim garantir que mesmo que o mais bem colocado de raça negra não tenha um desempenho melhor que um branco que ficou em 10° lugar, ele deve sim entrar na universidade e ter a oportunidade de levar para dentro da universidade a realidade social que existe fora de seus muros.

Mas ainda que concordemos com a necessidade das cotas raciais, não devemos em momento algum e em hipótese alguma esquecer que esta medida é por incompetência. Incompetência do Estado de tratar a educação com seriedade e prioridade, por não se fazer presente nas zonas mais carentes da nossa sociedade (onde por sinal encontra-se essa maioria negra) deixando de garantir saúde, segurança, lazer, cultura, enfim, dignidade, semeando assim as várias mazelas que crescem e se expandem a cada nova geração.
A nossa incompetência em tratarmos todos como iguais na essência e as diferenças aparentes apenas como aparentes.

Será que contribuiria mais para um sociedade justa e harmônica vários cidadãos engajados na busca pelo conhecimento desenvolvendo medianamente os estados das coisas ou alguns poucos desenvolvendo muito o estado de algumas coisas ? (Se esse for o medo, claro. Mesmo que já podendo ser refutado por pesquisas que mostram cotistas entre os melhores em desempenho dentro das universidades públicas)

E ainda assim haverá meritocracia, pois não serão todos os negros que poderão entrar, serão apenas os melhores colocados. E por isso ainda nos cabe as ruas, para lutar por um Estado que garanta educação em todos os seus níveis com qualidade e capacidade de abarcar a todos, do mais rico ao mais pobre, do braco-gelo ao preto-azul, do playboy ao alternativo-hippie, do boêmio ao rapper enfim, todos.

O desenvolvimento serve à sociedade a sociedade contribui com o desenvolvimento e não fica refém dele.

Que se faça fato o REUNI, que venha o REUNI 2, que se faça ver a Cota Social, que venha a Cota Racial.
Que venha um sociedade em que todos possam ter oportunidade de desenvolverem as aptidões que trazem em sua alma para contribuir com o bem estar do mundo. Cada gota formará o oceano que nos fará uma verdadeira Humanidade.


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A vida pede seu voto ! [Revisado]

Tobias Farias 30 setembro 2010 , ,
[atualizações em vermelho]

Nesta eleição (2010) também está em jogo a vida de milhões de crianças brasileiras que ainda nem nasceram e já podem ser assassinadas.

Vários candidatos estarão apoiando o Projeto de Lei n° 1.135/91, que autoriza a prática de aborto no Brasil, de crianças de 1 dia à 9 meses de vida. 

Não nos acovardemos a debater e defender o direito à vida.
Karl Ernest Von Baer, pai da embriologia moderna, confirmou o início da vida biológica do homem à partir da sua concepção ( espermatozoide ao fecundar o óvulo ). A Constituição, fonte primária e pétrea de onde derivam e se curvam as leis de nosso país, deixa claro o direito inalienável a vida.

Rápida analogia: Uma semente jogada na terra é uma semente apenas. Quando entra em contato com a água e seus nutrientes e com o sol ela começa uma transformação. Começa o processo da vida. Ela ainda não é um broto, ou uma árvore cheia de frutos, mas será. 
À partir do momento da fecundação já há Vida de um ser humano, como negar isso

No mundo vários países já legalizaram o aborto como uma prática legal, sob o argumento do direto da mulher sobre seu corpo. Concordo, e defendo. Entretanto o ser que ela carrega possui sua individualidade, mesmo que necessite da utilização do corpo dela, sendo assim, não podemos dar a mulher o direito sobre a criança que carrega em seu ventre a ponto de ela decidir entre a vida ou a morte da mesma. 

Entendemos também que boa parte da população brasileira é carente, e pouco informada, mas isso não é argumento para a legalização do aborto, visto que não solucionaria o problema, e sim daria mais "tranquilidade" aos que falham ao não utilizarem métodos contraceptivos. 

Hoje a legislação permite o aborto em dois casos: risco de vida da mãe e quando a gravidez é fruto de estupro. (Cód. Penal Artigo 128)
Quando mesmo sendo fruto de estupro a gestante decide ter o filh@, a lei oferece o seguinte suporte:

“Art. 13. O nascituro concebido em decorrência de estupro terá assegurado  os seguintes direitos:
I – direito à assistência pré-natal, com acompanhamento
psicológico da mãe;
II – direito de ser encaminhado à adoção, caso a mãe assim o deseje.
§ 1º Identificado o genitor do nascituro ou da criança já nascida, será este responsável por pensão alimentícia nos termos da lei.
§ 2º Na hipótese de a mãe vítima de estupro não dispor de meios econômicos suficientes para cuidar da vida, da saúde do desenvolvimento e da educação da criança, o Estado arcará com os custos respectivos até que venha a ser identificado e responsabilizado por pensão o genitor ou venha a ser adotada a criança, se assim for da vontade da mãe.”
Veremos que nos EUA, onde a lei já passa de 35 anos de aprovada, características interessantes e ao mesmo tempo revoltantes das mulheres que praticam o aborto.

- Mais de 50% das que praticam vivem economicamente bem ou muito bem

- Apenas 7% dos abortos são feitos por problema de saúde ou violência

- Mais de 60% das mulheres que abortam tem mais de 20 anos

- 47% das praticantes o fazem no mínimo pela segunda vez

Ainda segundo o Instituto Sexológico Alfred Kinsey, várias mulheres praticam adultério que resultam na concepção da vida em seu útero, a cada 10 casos deste, 9 mulheres praticam aborto. A pesquisa ainda chega a conclusão que na sociedade americana, onde a beleza vive em alta, as jovens recorrem ao aborto para não passarem pelas transformações da gravidez.

Com apenas estes dados, podemos perceber que o aborto NÃO é direcionado, como muitos defendem, às jovens, de baixa renda, ou violentadas. O aborto NÃO preconiza a saúde da mulher, visto que após a prática a incidência de problemas de saúde cresce nas mulheres, e uma a cada 10 tornam-se estéreis. Ainda podemos listar vários problemas psicológicos que passam a afligir a mulher que pratica o aborto.

Na minha opinião isto é uma conivência com a falta de responsabilidade e humanidade da população ( ou talvez um método sagaz de controlar o crescimento populacional sem grandes problemas de controle público ).

Como sempre, estamos no meio de uma batalha político-econômica que acontece sem que percebamos, e aderimos à causa sem refletirmos, colaborando apenas como eco de algo que nem mesmo entendemos, mas que vemos crescer o número de enganados a defender.

Somente este ano os EUA investiu 300 milhões de dólares para patrocinar o aborto no Brasil
, o que faz parte de uma estratégia nacional que poucos já ouviram falar, de controlar o crescimento dos países que amaçariam num futuro próximo as relações econômicas dos EUA.

Pasmem senhores e senhoras, eu fui atrás do tal Relatório Kissinger, que fora entregue ao Conselho Nacional de Segurança  dos EUA em 1974. Primeramente os organizadores fazem a segunte referência bíblica ao justificar a relatório:
"Levantou-se sobre o Egito um novo rei, que não conhecia José. Ele disse à sua gente: ‘Eis que o povo dos filhos de Israel tornou-se mais numeroso e mais poderoso do que nós. Vinde, tomemos sábias medidas para impedir que ele cresça’. (...). Então o Faraó ordenou a todo o seu povo: ‘Jogai no Rio (o Nilo) todo menino que nascer. Mas deixai viver as meninas’"(Ex 1, 8-10.22).

Quem poderia tornar-se mais populoso e poderoso que os EUA ? O que seria hoje o Rio Nilo das crianças no útero de sua mãe ?

Ainda nas páginas do relatório podemos ler a seguinte consideração, que na verdade faz parte de uma série de recomendações:


"A grande necessidade é convencer as massas da população que é para o seu benefício individual e nacional ter, em média, só três ou então só dois filhos"

Creio que isto, já conseguiram. E a independência da mulher, seus direitos, sua participação econômica ? Leia como eles motivamo o governo a isto ( não que eu seja contra os direitos da mulher ):


"A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são de extrema importância na redução do tamanho da família. Para as mulheres, o emprego fora do lar oferece uma alternativa para o casamento e maternidade precoces, e incentiva a mulher a ter menos filhos após o casamento... As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar..." (Página 151)



Use sua voz para exaltar a vida e não a morte !

A responsabilidade do governo é oferecer segurança, informação e assistência para toda a população,e não se eximir da culpa tornando um crime algo legal. 



Luz e Paz"

Um abraço do Limã☼

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Quadrilha 2010 ou Eleições 2010

Tobias Farias 23 setembro 2010 , ,


Estava caminhando pela Universidade e recebi um desses jornaizinhos de movimentos estudantis.

Este era do Movimento Estudantil Popular Revolucionário, e trazia em destaque a frase:

Boicotar a Farsa Eleitoral!
O movimento defende a revolução em detrimento à eleição e incita os leitores a anular o voto, trazendo em suas páginas três matérias que tentam colocar todos os candidatos em um só saco e passar a borracha naquela pontinha de esperança (ou ilusão) que se tinha.
Eu vou postar aqui uma adaptação ao poema "Quadrilha" de Carlos Drummond de Andrade, que eles publicaram na primeira página.


Quadrilha 2010

A ditadura militar amava José Sarney,
que amava Collor,
que amava Marco Maciel,
que não amava ninguém.

Collor amava Itamar,
que amava a Rede Globo,
que amava FHC,
que só amava a si mesmo.

FHC amava Michel Temer,
que hoje ama a Dilma,
que amava Quércia,
que amava José Serra,
que em sua campanha ama Lula.

Lula que odiava Collor ama os usineiros,
que amavam José Múcio,
que amava Eduardo Campos,
que odeia professoras.

Dilma amava Serra,
que amava Marina Silva,
que amava Chico Mendes,
e hoje ama os gringos da Natura.

Lula amava Dilma
que amava Delfim Neto,
que era louco pela ditadura!

Serra e Dilma amavam Lula,
que amava Obama,
que ama o imperialismo,
que ama os banqueiros,
Que amam toda a quadrilha!


É angustiante a eficiência em juntar as pontas do laço e amarrar um apenas um nó.
Faz um bom tempo que me pergunto se realmente chegamos no pleno Estado democrático, ou ainda somos iludidos e bem manobrados para manter a "confortável" sensação de calmaria.
Apesar de ter minha opinião, esse é o tipo de assunto que tem que se tratar em várias linhas, levando em consideração vários elementos. Um dia quem sabe pingo meu limão neste assunto.

Fazem três meses desde a última atualização do Limão e de certa forma me sinto mal com isso, perdi bons 'comentadores' e deixei de me provocar para escrever. A Universidade atrapalha minha vida - heauheauheau - espero que este post seja um recomeço (acho que vou reformar o Limão, sempre me dá um novo ânimo).


Abraço do Limão !


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A questão cultural

Tobias Farias 29 maio 2010 ,


    Hoje eu estava assistindo televisão na hora do almoço (raro momento) e passou uma propaganda de um festival que haverá aqui em breve por conta das festividades juninas.
Era interesante, ele apresentava uma forma de expressão cultural (já começamos falando na bendita) de um povo oriental (creio eu, japones) enquanto o locutor dizia: 

"Em todo lugar tem festa..." em seguida a cena mudava para um show de forró e o locutor completava: "... mas ainda bem que você nasceu no Brasil."*.

Particularmente achei a propaganda bem bolada, o marketing fez seu trabalho bem. Entretanto, me fez pensar em algo que, com toda certeza, não era o objetivo da propaganda fazer o público pensar. 

Será que foi correta esta abordagem? Partindo da idéia de que todos os povos tem sua forma de festejar e se expressar de forma geral, comparar a "nossa" (minha mesmo não!) forma de festejar com a de povos como os orientais é correto? 

      Para tentar responder essa pergunta temos que lembrar que estamos falando de cultura, e de cultura um monte de gente fala. Sociologos, Antropólogos, Filósofos, Historiadores, Ciêntistas da Informação, e deve ter mais umas cem áreas do conhecimento que também tratam de cultura.

Simplificando o que essa gente toda fala, cultura é (interpretação minha) a forma com que o ser humano se relaciona entre si e com o ambiente. Como assim ? O que ele produz para se adaptar a vida em um ambiente que é, ou não, propício para a manutenção de suas necessidades (cultura material) e também como ele interpreta e expressa as situações que se apresentam durante a vida.
Geralmente a cultura é estudada em um grupo social, quase sempre nações, tribos e gênero.

Entretanto, já a algum tempo o mundo vem passando por um famoso e discutido processo; Globalização. Não que isso não acontecesse antes. A história nos mostra que os povos adquiriram características diferenciadas por relacionarem-se. O que acontece hoje é uma intensificação e uma interferência maior da permuta de características (visão de mundo) entre as nações (principalmente as mais desenvolvidas tecnológico e economicamente).

Hoje não há "cultura pura" em povos que já tiveram contato com outros. Os utensilios que usamos não foram desenvolvidos por nós, o prato não é uma invenção americana, muito menos a moeda, o pijama, a música. Hoje a cultura predominante (popular) surge (em grande parte) dos meios de comunicação, que nos países em desenvolvimento  tratam de reproduizir a cultura (às vezes adaptada) dos países desenvolvidos (vide american way of life e programação da TV brasileira).

Ai, isso vai longe.

     Vamos logo ao que interessa. Na verdade o que penso é que não há uma cultura comum à duas ou mais pessoas. Você não samba como ela samba. Você não usa um óculos da mesma forma que seu vizinho. Você não vai ao estádio da mesma forma que o seu avô vai. Entretanto vocês fazem parte da mesma nação, da mesma região, do mesmo estado, mas mesmo assim, lhe colocam no mesmo saco e lhe rotulam.

Eu sou pernambucano e não gosto de festas juninas nem de longe (por que mesmo de longe a fumaça chega nas suas narinas), não sei frevar, não gosto de macaxeira (aipim), não sou bom vendedor ... gosto do Brasil, não pelas suas festividades e nem pelo seu futebol, então não "cola" a da propaganda em comparar as festividades brasileiras com as orientais.

Admiro as manifestações orientais (olha a globalização aí), mas o que assimilo delas é de acordo com a mentalidade que tenho (o que reforça minha teoria).

     Para finalizar. Cultura é informação, e a informação é apropriada pelo indivíduo de acordo com o processo cognitivo a que ele a submete em sua mente, para que assim possa utilizar-se desta informação e transformá-la em conhecimento (saber).
Não há cultura "certa ou errada", "boa ou ruim" (base do relativismo) entretanto há culturas que surgem como censoras, fruto de uma consciência coletiva, que vem para "regular" certas práticas culturais (independente de patamar de desenvolvimento), vide Cultura hippie nos EUA durante a guerra no Vietnã (não fez maravilhas na cultura americana, mas ganhou força e fez uma pressão braba).

Não, a festa japa não é ruim ou boa, é apenas, A festa japa. A festa junina também não é ruim ou boa (apesar de quê polúi um bocado, tenho esperança de que um dia vai haver uma revolta hippie aqui também). Quem diz isso sou eu, é você, é sua irmã, seu vizinho, cada um carrega sua cultura individual, inserindo-a numa cultura coletiva.

 Abraço do Limão.


* : Eu não tenho certeza quanto ao texto, mas tenho quanto à intenção


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Oba! É ano de Eleição

Rodrigo A. 04 março 2010 ,
É isso aí meu povo, vamos nos divertir com o mais importante e democrático evento desse ano de 2010?! 

Não eu não estou falando da Copa do Mundo de futebol, e sim das Eleições. Esse ano escolheremos representantes pera Deputados Estaduais e Federais, Senadores, Governador e para Presidente da República. Ainda faltam alguns meses para as eleições mas a chapa já está esquentando principalmente no que se diz respeito à presidência.

Bom pra começar vamos usar uma celebre frase do atual Presidente:
"Nunca na história desse país".
Pois nunca uma mulher teve tantas chances reais de chega à presidência, nunca houve tanta especulação. Minha proposta de conversa hoje é apresentar o perfil dos principais possíveis candidatos.
Aqui não tem essa de primeiro as damas, vamos começar por quem está à frente nas pesquisas de opniões púlblicas o sempre "querido" José Serra. Serra nasceu em Mocca-SP e é filho de imigrantes italianos, entrou pra militância estudantil e chegou a ser presidente da UNE (união nacional dos estudantes) - responsável hoje só pelas confecções das carteiras de estudantes e faz tempo que não luta pelos estudantes - mas isso é assunto pra outra discussão, voltando pra Serrinha, ele ainda atuou naquele "brilhante" governo de FHC [mode irônico ON] na área de saúde, mas se afastou para concorrer às eleições para presidência em 2002 onde perdeu para o atual Presidente Lulinha, porém dois anos depois Serra deu o troco nos petistas ao ganhar a prefeitura da maior cidade do Brasil em cima da Marta Suplicy. Atualmente Sr. Burns, digo José Serra, é governador de São Paulo e deve está agora no seu hiate de luxo no sinal fluvial da Av. e rio Tietê. 

Falando sério agora,Serra é uma figura experiente no cenário político nacional e se preocupa bastante com saúde ás vezes esquecendo até outros pontos importantes, sinceramente não confio muito na figura de Serra, como bom nordestino temo que ele escantei o Nordeste assim como anos fomos no governo FHC.

Pela situação encontramos a sempre "sorridente" Mãe do PAC (programa de aceleração do crescimento) Dilma Roussef, Dilma pra vairiar também é filha de gringos, pra ser mais exato de búlgaros, Dilma nasceu em Uberêndia-MG, e deu seus primeiros passos na política defedendo a causa e os ideias do sindicalismo chegando até mesmo a ser guerrilheira pela Vanguarda Armada revolucionária-Palmares, que foi uma guerrilha política brasileira de esquerda qe combateu o regima militar de 1964 em prol da ditadura de esquerda. Dilma é a atual Ministra Chefe da Casa Cívil além de idealizadora e responsável do PAC, como já falei ela é a candidata do sempre carismático Lula que não pode se reeleger, Dilma se mostrou muito competente porém sua soberba pode lhe atrapalhar.

O povão se acostumou com um presidente populista e carismático, mas se depender desses possíveis candidatos podem esquecer. Esses não são os únicos possíveis candidatos, ainda poderão figurar rostinhos conhecidos como o de Ciro Gomes e outros nem tanto como o da sempre competente Marina Lima, entre outros, e são esses que poderão atrapalhar os planos de Serra, que atualmente vem a frente nas pesquisas, forçando um segundo turno o que poderia ser fatal para as pretenções de Serrinha.

Ainda está tudo em aberto,a mídia especula muito e povo fica sabendo menos, mas é isso aí meus pupilos é o evento mais importante do ano, muitos lutaram e se sacrificaram pra que isso acontecesse então não joguem por água a baixo toda essa luta; votem! mas votem conscientes, não se restrinja a propaganda eleitoral obrigatória, leiam, pesquisem e acima de tudo analisem friamente a proposta de cada um.

Um lambida bem gelada e molhada em vossos cérebros e até a próxima!
 
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